Esta é uma visão de trabalho sobre Peptídeo, para quem quer mais que um parágrafo e menos que um manual.
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Cetoacidose diabética é uma complicação potencialmente mortal da diabetes mellitus. Os sinais e sintomas incluem vómitos, dor abdominal, respiração de Kussmaul, micção frequente, fadiga, confusão mental e, em algumas ocasiões, coma. A respiração da pessoa pode apresentar um odor característico. O aparecimento de sintomas é geralmente rápido. Em alguns casos, a pessoa pode não ter conhecimento de ter diabetes. A cetoacidose diabética é mais comum entre pessoas com diabetes do tipo 1, embora em determinadas circunstâncias possa também ocorrer entre pessoa com outros tipos de diabetes. Entre os fatores desencadeantes estão infeções, não tomar a insulina de forma correta, um acidente vascular cerebral e determinados medicamentos como corticosteroides. A cetoacidose diabética é causada por não haver no corpo insulina em quantidade suficiente. Em resposta à falta de insulina, o corpo começa a queimar ácidos gordos, que produzem corpos cetónicos ácidos. A doença é geralmente diagnosticada quando as análises ao sangue ou à urina detectam elevados níveis de glicose e baixos níveis de pH. O tratamento da cetoacidose diabética consiste na administração de insulina e fluidos intravenosos. Dependendo da gravidade, a insulina pode ser administrada por via intravenosa ou subcutânea. Geralmente também é necessário potássio para prevenir o desenvolvimento de hipocaliemia. Ao longo do tratamento é necessário avaliar periodicamente os níveis de glicose e potássio. Nos casos em que a doença tem origem numa infeção subjacente, podem ser necessários antibióticos.
Fontes: pt.wikipedia.org
Em pessoas com pH extremamente baixo pode ser administrado bicarbonato de sódio, embora os benefícios sejam pouco claros, pelo que geralmente não está recomendado. A prevalência da cetoacidose diabética difere entre as diferentes regiões do mundo. No Reino Unido, cerca de 4% das pessoas com diabetes do tipo 1 desenvolvem a doença em cada ano, enquanto na Malásia a proporção é de 25% por ano. A condição foi descrita pela primeira vez em 1886. Até à introdução da terapia de insulina na década de 1920, era quase sempre mortal. Com tratamento adequado e atempado, o risco de morte é atualmente de apenas 1–4%. Cerca de 1% das crianças com a doença desenvolvem uma complicação denominada edema cerebral.
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Os receptores enzimáticos ou receptores ligados a enzimas são o segundo tipo principal de receptores de membrana celular com domínios intracelulares que estão associados a uma enzima. Em alguns casos, o domínio intracelular do próprio receptor é uma enzima. Outros receptores ligados a enzimas têm um pequeno domínio intracelular que interage diretamente com uma enzima. Esses receptores de membrana medeiam as ações de uma ampla variedade de proteínas mediadoras, incluindo fatores de crescimento e citocinas, e hormônios como a insulina e a leptina, cujos efeitos são exercidos principalmente em nível de transcrição gênica. Os receptores enzimáticos desempenham um papel na apoptose, diferenciação celular, divisão celular, crescimento celular, resposta imune, inflamação e reparo de tecidos. A estrutura dessa classe de receptores polipeptídeos é composta por três domínios principais: o domínio de ligação ao ligante, porção extracelular que permite acesso ao ligante; Domínio transmembrana, composto de uma série de aminoácidos hidrofóbicos que amarra o receptor à membrana celular; Domínio de “enzima ativa” intracelular, intrínseco ao receptor ou fortemente ligado ao domínio transmembrana. A maioria dos domínios de “enzimas ativas” são quinases que fosforilam os aminoácidos serina, treonina e tirosina das proteínas. Quando um ligante se liga ao domínio extracelular leva à dimerização de dois receptores vizinhos.
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Os receptores dimerizados vizinhos se auto-fosforilam e as proteínas de domínio SH2 ligam-se aos receptores fosforilados e são então fosforiladas, permitindo a continuação do sinal, levando eventualmente à transcrição do gene que leva a uma resposta.
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Peptídeo é resumido aqui a partir de literatura pública: definição, contexto e pontos recorrentes na prática. Informação geral, não aconselhamento médico.
A pesquisa sobre Peptídeo apoia-se sobretudo em estudos de laboratório e modelos animais; dados clínicos variam conforme a substância.
Pureza e análise (HPLC, espectrometria de massa), reconstituição correta e armazenamento adequado são decisivos.%!(EXTRA string=Peptídeo)
Nem todos os mecanismos estão demonstrados e um estudo isolado não é evidência global. As questões abertas são sinalizadas.%!(EXTRA string=Peptídeo)